Clareamento dental: o que é seguro e o que evitar

Estética 7 min de leitura

Entenda quais métodos são seguros, como reduzir sensibilidade e por que a avaliação profissional faz diferença.

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Imagem ilustrativa. O método ideal depende do seu diagnóstico.

O clareamento dental é um dos procedimentos estéticos mais procurados. Quando indicado e realizado de forma correta, tende a ser seguro e previsível. O problema é que “receitas” e produtos sem orientação podem causar sensibilidade intensa e até danos ao esmalte.

1) O que é o clareamento?

De forma simples, o clareamento utiliza agentes específicos que atuam na alteração dos pigmentos do dente, tornando o aspecto mais claro. A avaliação profissional é importante para entender sua condição bucal e escolher a técnica com melhor benefício/risco.

2) Tipos mais comuns

  • Clareamento em consultório: realizado com controle profissional e monitoramento.
  • Clareamento caseiro supervisionado: com moldeira e orientação de uso.
  • Combinação: consultório + caseiro, quando faz sentido para seu caso.
Clareamento seguro é aquele que respeita o diagnóstico e controla fatores como tempo, concentração e sensibilidade.

3) O que evitar

Evite produtos sem procedência, excesso de tempo de uso e soluções “milagrosas”. Se houver cárie, retração gengival, trincas ou sensibilidade importante, o clareamento pode precisar ser adiado ou ajustado.

4) Como reduzir sensibilidade

Em muitos casos, a sensibilidade é temporária. Protocolos com dessensibilizantes, ajuste de dose/tempo e acompanhamento profissional fazem grande diferença.

Dica rápida

Se você já tem sensibilidade, informe isso na avaliação. O plano pode ser adaptado com técnicas e produtos específicos.

5) Quando a avaliação é indispensável

Em gestantes, pacientes com inflamação gengival, restaurações extensas, ou quando há dúvida sobre a causa do escurecimento, a avaliação é fundamental.


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